LiDAR: Sensoriamento Remoto II, Prof. Dr.Ing. Jorge Centeno - UFPR

LiDAR - DTM

A figura mostra uma nuvem de pontos obtida por laser scanner aerotransportado (vermelho) e um conjunto de pontos obtidos por topografia (azul). Nota-se que muitos pontos foram refletidos pelo topo das árvores, mas que outros conseguiram penetrar e chegaram ao solo. Porém, os que chegaram ao solo não apresentam uma distribuição regular e tem locais com muitos pontos e outros com poucos.

Se conseguimos separar os pontos que atingiram o solo, como é mostrado na figura ao lado, poderíamos interpolar um modelo que represente a variação do terreno. Bem, aqui temos que definir bem os modelos.

  • o modelo do terreno (MT) é formado pelos pontos que atingiram o terreno e representa a variação topográfica no local.
  • o modelo de superfície (livre) (MS) é formado por todos os pontos do levantamento LiDAR, e representa o topo de árvores, prédios e solo não coberto por vegetação.

    Destes dois modelos pode ser derivado um terceiro, o modelo de elevação (ME), ou altura dos objetos, fazendo a diferença entre ME=DS-DT.
    A seguir são mostradas duas figuras. Na primeira é mostrado o conjunto de pontos do terreno, resultado da classificação. Na segunda é mostrado um exemplo de como estes pontos podem ser usados para produzir um modelo do terreno. Neste caso, o modelo é formado juntando pontos próximos com triângulos. Este modelo é então uma malha triangular ou TIN (triangular irregular network).


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